UOL Notícias - 31/10/2010
domingo 31 de octubre de 2010
Folha.com - Leia íntegra do primeiro pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff - 31/10/2010

Folha.com
de Brasilia.-
PRONUNCIAMENTO DE 31 DE OUTUBRO DE 2010
Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,
É imensa a minha alegria de estar aqui.
Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida.
Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.
A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!
Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:
Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.
Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.
Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.
Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.
Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.
Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões.
O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família.
É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.
Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.
Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte.
A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.
O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro.
Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.
Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.
No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.
Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.
Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.
É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.
Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.
Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos.
Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.
Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.
Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público.
Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo.
Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.
As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.
Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.
Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.
Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.
Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.
O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.
Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas.
Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde.
Me comprometi também com a melhoria da segurança pública.
Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.
Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos.
Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.
A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade.
É aquela que convive com o meio ambiente sem agredi-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.
Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa.
Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.
Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.
Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.
Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.
A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.
Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.
Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.
Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.
Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.
Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho.
Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.
Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.
Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.
Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.
Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós.
Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta.
Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado.
Saberei consolidar e avançar sua obra.
Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo.
Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.
Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união.
União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.
Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.
Muito obrigada,
Minuto a minuto - Dilma faz primeiro pronunciamento como presidente do Brasil - politica - Estadao.com.br
Estadao.com.br, 31/10/2010 22:26 hrs., extracto.-Foto: André Dusek/AE
Dilma em pronunciamento em Brasília
A presidente eleita Dilma Rousseff fez o primeiro pronunciamento na noite deste domingo. O discurso durou 25 minutos. Acompanhe como foi, minuto a minuto:
22h23 - Lula levanta a platéia de aliados ao agradecer o apoio do presidente Lula. “Olê, olê, olé, olá, Lula, Lula”, cantam.
22h22 - Dilma vai chegando ao fim do discurso agradecendo aos aliados, adversários, eleitores e à imprensa. Ela afirma que por vezes, ao longo da campanha, “vezes muitas das coisas difundidas” a deixaram “triste”. Mas ressalta que ela, que lutou contra a ditadura, é amante da liberdade.
22h20 - “Valorizarei a transparência na administração pública, não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito”, afirma Dilma, que foi duramente atacada ao longo da campanha por causa das denúncias contra a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, considerada sua “braço-direito”.
22h18 - A petista manda recado para a oposição: “Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nessa caminhada. Estendo minha mão a eles. Da minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrios”.
22h17 - Dilma está reafirmando compromissos de campanha. Ela citou há pouco, o combate contra as drogas, como crack, um dos assuntos mais tratados por ela no início da campanha. “Todos os compromissos que assumi vou perseguir de forma dedicada e carinhosa”.
22h16 - Dilma está reafirmando compromissos de campanha. Ela citou há pouco, o combate contra as drogas, como crack, um dos assuntos mais tratados por ela no início da campanha. “Todos os compromissos que assumi vou perseguir de forma dedicada e carinhosa”.
22h15 - A petista afirma que trabalhará pela aprovação, no Congresso Nacional, do projetos de lei que muda o marco regulatório da exploração de petróleo na camada pré-sal de concessão para partilha e do projeto que cria um Fundo Social com parte do lucro da exploração do óleo.
22h10 - Dilma fala sobre propostas para área econômica. “Cuidaremos da nossa economia com toda a responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios”.
22h08 - Dilma afirma que o Brasil precisa fomentar o mercado interno, não depender tanto da “pujança dos países desenvolvidos. “Eu estou longe de dizer com isso que pretendemos fechar o país ao mundo, muito pelo contrário”, ela pondera.
22h05 - Dilma é muito aplaudida ao reafirmar compromisso de campanha de erradicar a miséria do País. “Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome”, diz. Dilma está lendo em papéis seu primeiro discurso como presidente eleita.
22h03 - O primeiro compromisso de campanha dela: “honrar as mulheres brasileiras para que esse fato até hoje inédito se transforme num fenômeno natural”. A presidente eleita promete zelar pela “total liberdade religiosa”, pela “democracia”, e pela “ampla liberdade de imprensa”.
22h01 - Dilma: “Queria agradecer os que estão aqui presente nesta noite que para mim é uma noite, vocês imaginam, completamente especial”. Dilma diz que a eleição dele demonstra o avanço democrático do País, porque pela primeira vez uma mulher governará o País”.
Triunfo da a brasileña Rousseff sólido mandato | Reuters
Reuters, por Stuart Grudgings, Sao Paulo, 31/10/2010 17:25 CST, Reuters, extracto.-
El convincente triunfo de la oficialista Dilma Rousseff en las elecciones presidenciales del domingo le da un sólido mandato para impulsar una agenda pragmática y de línea izquierdista, así como para liderar una potencialmente difícil coalición de Gobierno.
Rousseff, quien se convertirá en la primera mujer en presidir Brasil, aprovechó exitosamente la enorme popularidad del saliente mandatario Luiz Inácio Lula da Silva y de una vibrante economía cuya dirección asumirá el 1 de enero.
Una victoria en la primera vuelta celebrada el 3 de octubre le habría otorgado un mandato aún más fuerte a Rousseff, una tecnócrata de carrera que nunca se había presentado a un cargo de elección popular y que algunos dudan que tenga el carisma para manejar una coalición poco gobernable.
Pero el triunfo de la candidata del Partido de los Trabajadores (PT) en la segunda vuelta electoral, con más de un 55 por ciento de los votos, le da una sólida plataforma.
IMPORTANTE COALICION, PERO DIFICIL
* Los mercados financieros probablemente habrían preferido una victoria del candidato opositor del centrista Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), José Serra, pero inversores desde hace tiempo preveían que Rousseff ganaría y seguramente reaccionarán con calma cuando abran el lunes los mercados bursátil y cambiario.
* Rousseff puede contar con fortalecidas mayorías de la coalición gobernante en ambas cámaras del Congreso para ayudarle a aliviar la tarea de impulsar su agenda legislativa.
Pero aún está por verse qué tan bien puede manejar exigencias que compitan entre sí dentro de la frágil coalición, incluyendo a su propio Partido de los Trabajadores. Indisciplinados miembros de la coalición frustraron algunas iniciativas de Lula.
* Rousseff, de 62 años, continuará mayormente con las políticas de izquierda de Lula con énfasis en mejorar la eficiencia del Gobierno, expandir el rol del Estado en algunos sectores como la minería, y modernizar la decrépita infraestructura del país.
Un proyecto de ley que apunte a reformar el bizantino sistema tributario de Brasil es probable que sea su primer gran esfuerzo legislativo el próximo año.
* Ella, sin embargo, ha descartado muchas de las principales reformas estructurales, como las del sistema de pensiones y de previsión social, que analistas dicen que necesita la economía de Brasil si quiere mantener sus recientes altas tasas de crecimiento en el largo plazo.
(...)
El convincente triunfo de la oficialista Dilma Rousseff en las elecciones presidenciales del domingo le da un sólido mandato para impulsar una agenda pragmática y de línea izquierdista, así como para liderar una potencialmente difícil coalición de Gobierno.
Rousseff, quien se convertirá en la primera mujer en presidir Brasil, aprovechó exitosamente la enorme popularidad del saliente mandatario Luiz Inácio Lula da Silva y de una vibrante economía cuya dirección asumirá el 1 de enero.
Una victoria en la primera vuelta celebrada el 3 de octubre le habría otorgado un mandato aún más fuerte a Rousseff, una tecnócrata de carrera que nunca se había presentado a un cargo de elección popular y que algunos dudan que tenga el carisma para manejar una coalición poco gobernable.
Pero el triunfo de la candidata del Partido de los Trabajadores (PT) en la segunda vuelta electoral, con más de un 55 por ciento de los votos, le da una sólida plataforma.
IMPORTANTE COALICION, PERO DIFICIL
* Los mercados financieros probablemente habrían preferido una victoria del candidato opositor del centrista Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), José Serra, pero inversores desde hace tiempo preveían que Rousseff ganaría y seguramente reaccionarán con calma cuando abran el lunes los mercados bursátil y cambiario.
* Rousseff puede contar con fortalecidas mayorías de la coalición gobernante en ambas cámaras del Congreso para ayudarle a aliviar la tarea de impulsar su agenda legislativa.
Pero aún está por verse qué tan bien puede manejar exigencias que compitan entre sí dentro de la frágil coalición, incluyendo a su propio Partido de los Trabajadores. Indisciplinados miembros de la coalición frustraron algunas iniciativas de Lula.
* Rousseff, de 62 años, continuará mayormente con las políticas de izquierda de Lula con énfasis en mejorar la eficiencia del Gobierno, expandir el rol del Estado en algunos sectores como la minería, y modernizar la decrépita infraestructura del país.
Un proyecto de ley que apunte a reformar el bizantino sistema tributario de Brasil es probable que sea su primer gran esfuerzo legislativo el próximo año.
* Ella, sin embargo, ha descartado muchas de las principales reformas estructurales, como las del sistema de pensiones y de previsión social, que analistas dicen que necesita la economía de Brasil si quiere mantener sus recientes altas tasas de crecimiento en el largo plazo.
(...)
Candidato opositor en Brasil prevé derrota - El Universal - El Mundo
...Cierran centros de votación en Brasil ...(vía Twitter)
El Universal - , Sao Paulo, 31/10/2010 12:58 PM, Notimex.-
En el equipo electoral del opositor candidato presidencial brasileño José Serra prevalece un ambiente de 'resignación' ante lo que consideran una inminente victoria de la oficialista Dilma Rousseff, de acuerdo con el reporte del portal digital del diario Folha.
El mismo sitio reporta que los dirigentes del opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) ya 'muestran resignación con el inminente triunfo de Dilma', favorita a ganar la contienda, según todas las encuestas.
Según las últimas encuestas, como la divulgada la víspera por la empresa Datafolha, Rousseff ganaría la segunda vuelta de este domingo con 55 por ciento de los votos válidos, mientras Serra obtendría 45 por ciento de los sufragios.
Folha aseguró que, de acuerdo a un colaborador de Serra, el candidato presidencial del PSDB 'mantiene el optimismo hasta el fin', aunque aclaró que 'no se puede ir contra la realidad'.
Unos 135 millones de brasileños inscritos en los registros electorales están habilitados para acudir este domingo a las urnas con el fin de elegir al sucesor del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que el 1 de enero próximo pondrá fin a ocho años de gobierno.
El Universal - , Sao Paulo, 31/10/2010 12:58 PM, Notimex.-
En el equipo electoral del opositor candidato presidencial brasileño José Serra prevalece un ambiente de 'resignación' ante lo que consideran una inminente victoria de la oficialista Dilma Rousseff, de acuerdo con el reporte del portal digital del diario Folha.
El mismo sitio reporta que los dirigentes del opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) ya 'muestran resignación con el inminente triunfo de Dilma', favorita a ganar la contienda, según todas las encuestas.
Según las últimas encuestas, como la divulgada la víspera por la empresa Datafolha, Rousseff ganaría la segunda vuelta de este domingo con 55 por ciento de los votos válidos, mientras Serra obtendría 45 por ciento de los sufragios.
Folha aseguró que, de acuerdo a un colaborador de Serra, el candidato presidencial del PSDB 'mantiene el optimismo hasta el fin', aunque aclaró que 'no se puede ir contra la realidad'.
Unos 135 millones de brasileños inscritos en los registros electorales están habilitados para acudir este domingo a las urnas con el fin de elegir al sucesor del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que el 1 de enero próximo pondrá fin a ocho años de gobierno.
La Argentina post-Kirchner, según Reuters - Urgente24 - Argentina
Urgente24, Reuters, Buenos Aires, 30/10/2010 07:14 hrs., extracto.-
La agencia de noticias Reuters difundió una evaluación de cómo observa los posibles rumbos de la Argentina posterior a Néstor Kirchner: 'Responsables de Gobierno han dicho que Fernández sería la primera opción del oficialismo para disputar el poder en las elecciones marcadas para octubre de 2011. Pero analistas afirman que aún es necesario que la propia Fernández, tras la súbita muerte de su esposo a los 60 años, ratifique que desea obtener un nuevo mandato pese al golpe político y emocional que implica la muerte de Kirchner'.
La agencia de noticias Reuters difundió una evaluación de cómo observa los posibles rumbos de la Argentina posterior a Néstor Kirchner: 'Responsables de Gobierno han dicho que Fernández sería la primera opción del oficialismo para disputar el poder en las elecciones marcadas para octubre de 2011. Pero analistas afirman que aún es necesario que la propia Fernández, tras la súbita muerte de su esposo a los 60 años, ratifique que desea obtener un nuevo mandato pese al golpe político y emocional que implica la muerte de Kirchner'.
Obama advierte del revés en su agenda si ganan los republicanos - Reuters - Urgente24
Obama advierte del revés en su agenda si ganan los republicanos, Filadelfia, EEUU, Reuters, 31/10/2010 10:09 AM, extracto.-
Barack Obama lanzó un esfuerzo final de campaña en 4 estados clave buscando limitar las derrotas demócratas en las elecciones del martes, cuando sondeos muestran a su partido perdiendo el control de la Cámara de Representantes y debilitando su mayoría en el Senado.
Frente a una multitud en la Temple University de Filadelfia, Obama dijo que a menos que cada uno de los demócratas vote y consiga que sus amigos y familia los siga, 'podríamos quedarnos cortos, y todo el progreso que hemos hecho durante el último par de años puede ser desperdiciado'.
En la ciudad de Chicago, una multitud estimada por funcionarios demócratas en más de 30.000 personas recibió al mandatario con carteles que decían 'Voten este martes' y 'Haciendo avanzar a Estados Unidos'.
'Tenemos mucho trabajo que hacer, no sólo para hacer que el país avance, sino también para asegurarnos de que los avances que hemos conseguido continúen', manifestó Obama.
El presidente y sus camaradas del Partido Demócrata enfrentan el descontento de los votantes por una alicaída economía y un creciente desempleo.
Los opositores del Partido Republicano también han obtenido puntos atacando la agenda de Obama, que incluye una reforma a la salud y un enorme plan de estímulo económico, y a la que han calificado como un exceso del Gobierno.
La pérdida de la Cámara baja podría estancar los esfuerzos legislativos de Obama.
En su programa semanal de radio y en un discurso en internet, Obama recriminó a los líderes republicanos en el Congreso, desafiando a sus rivales a empezar de cero y construir un esfuerzo bipartidista para impulsar el crecimiento de Estados Unidos tras la elección.
Barack Obama lanzó un esfuerzo final de campaña en 4 estados clave buscando limitar las derrotas demócratas en las elecciones del martes, cuando sondeos muestran a su partido perdiendo el control de la Cámara de Representantes y debilitando su mayoría en el Senado.
Frente a una multitud en la Temple University de Filadelfia, Obama dijo que a menos que cada uno de los demócratas vote y consiga que sus amigos y familia los siga, 'podríamos quedarnos cortos, y todo el progreso que hemos hecho durante el último par de años puede ser desperdiciado'.
En la ciudad de Chicago, una multitud estimada por funcionarios demócratas en más de 30.000 personas recibió al mandatario con carteles que decían 'Voten este martes' y 'Haciendo avanzar a Estados Unidos'.
'Tenemos mucho trabajo que hacer, no sólo para hacer que el país avance, sino también para asegurarnos de que los avances que hemos conseguido continúen', manifestó Obama.
El presidente y sus camaradas del Partido Demócrata enfrentan el descontento de los votantes por una alicaída economía y un creciente desempleo.
Los opositores del Partido Republicano también han obtenido puntos atacando la agenda de Obama, que incluye una reforma a la salud y un enorme plan de estímulo económico, y a la que han calificado como un exceso del Gobierno.
La pérdida de la Cámara baja podría estancar los esfuerzos legislativos de Obama.
En su programa semanal de radio y en un discurso en internet, Obama recriminó a los líderes republicanos en el Congreso, desafiando a sus rivales a empezar de cero y construir un esfuerzo bipartidista para impulsar el crecimiento de Estados Unidos tras la elección.
América Latina - El nuevo ajedrez - semana.com
Semana.com - Colombia, 30/10/2010, extracto.-
Con la muerte del ex presidente argentino Néstor Kirchner y la elección en Brasil de Dilma Rouseff, el tablero continental cambia de la noche a la mañana.
Son días dramáticos en el Cono Sur. Los dos países más grandes de Suramérica concentran la atención mundial, en la misma semana, por cuenta de los trascendentales cambios políticos que los sacuden. En Argentina, la presidenta Cristina Fernández enviudó inesperadamente. El miércoles, la súbita muerte de su esposo y antecesor, el ex presidente Néstor Kirchner, no solo enlutó al país, sino que trastornó cualquier cálculo sobre las elecciones de 2011, en las que partía como favorito. Mientras tanto, en Brasil todo está dado para que el mandatario Luiz Inácio Lula da Silva entregue el poder en los comicios de este domingo 31 de octubre a su protegida, Dilma Rousseff, como la primera presidenta del gigante suramericano.
En principio, las dos mujeres parecen garantizar la continuidad. La argentina gobierna desde 2007, con un año todavía por delante, mientras la brasileña prolonga la administración del Partido de los Trabajadores (PT). Pero Cristina y Dilma se preparan para manejar el poder en condiciones que desconocen. Los kirchneristas se sienten huérfanos, pues para muchos Néstor nunca dejó la Presidencia y gobernaba en la sombra. Los seguidores de Lula, aunque lo sienten presente, temen que la nueva presidenta no sea capaz de mantener ni el proyecto ni los niveles de popularidad de su mentor.
¿Marihuana legal? semana.com - Colombia
semana.com (Colombia), 30/10/2010, extracto.-
El referendo de California abrió el debate. Pase o no pase, la despenalización en el mundo es una realidad y la legalización está cada vez más cerca.
El referendo del próximo 2 de noviembre en California para legalizar el consumo de la marihuana puede que no pase, según el veredicto de las últimas encuestas. Sin embargo, ya cumplió con parte de su cometido: que se volviera a hablar de un tema tabú en Estados Unidos y que saliera a flote el sentimiento colectivo de que se ha fracasado en el intento mundial de controlar las drogas con la represión.
Nunca antes, como en los últimos años, la derrota de la 'Guerra contra las drogas' había sido tan clara. El 76 por ciento de los norteamericanos considera que fracasó. La crisis de México, que al finalizar este año sumará 30.000 muertos, es la prueba de que la violencia que produce el narcotráfico es una epidemia para la cual aún no se ha descubierto la cura. Y la ONU hace cuatro meses lanzó un SOS advirtiéndole al mundo que las mafias están poniendo en serio peligro a los Estados.
Es cierto que otras veces en la historia se ha ondeado la bandera de la legalización. La diferencia ahora es que ya no son unos extremistas libertarios, casi hippies, o unos visionarios incomprendidos, como Milton Friedman y Álvaro Gómez, los que la llevan al hombro. Se ha comenzado a masificar de tal manera esa convicción que no es nada estrambótico pronosticar que en unos años el mundo estará siendo testigo de esta revolución.
En las ciudades de todo el mundo se está dando una dinámica contundente para legalizar la marihuana. Sin embargo, por ahora, y por prudencia, los líderes políticos solo hablan a favor de despenalizar su consumo. Lo que piensan en privado, sin embargo, no corresponde necesariamente a lo que dicen en público, por temor a un suicidio político. De ahí que la mayoría de los jefes de Estado que comienzan con intenciones de legalizar recurren siempre al libreto de que esta solo será posible cuando sea decisión global y no unilateral de uno o varios países. Pero lo cierto es que la despenalización es prácticamente ya una realidad. Y despenalizar sin legalizar es como estar un poquito preñado. Y eso es muy difícil. Por eso, más temprano que tarde se llegará a la legalización.
Uno de los argumentos más fuertes a favor de esta iniciativa es que ya está probado que la cárcel le hace más daño a un consumidor de marihuana que fumar la yerba misma. Pero el problema para pasar de la despenalización a la legalización es que así como es posible equiparar el fenómeno de la marihuana con el del alcohol, no ocurre lo mismo con la cocaína. Y legalizar la producción y el consumo de cocaína es visto como una aventura más riesgosa que la de la marihuana. De no ser porque el libre mercado de la una pareciera abrir la puerta a la otra, ya hace rato se habría legalizado la primera.
Brasil decide su futuro sin Lula | elmundo.es
elmundo.es, por Luis Tejero (Corresponsal) | Río de Janeiro, actualizado domingo 31/10/2010 06:47 horas
Cuando cierren los colegios a las cinco de la tarde, será el principio del fin de la era de Luiz Inácio Lula da Silva. Aunque consiga ganar un tercer mandato simbólico en la piel de su ex ministra Dilma Rousseff, el presidente más popular de la historia reciente de Brasil comenzará este domingo una larga despedida que se prolongará durante dos meses, hasta que el próximo Año Nuevo entregue definitivamente el testigo a su heredera. O bien a su heredero, en caso de que todas las encuestas estén equivocadas y sea el opositor José Serra quien dé la campanada adjudicándose las elecciones.
En condiciones normales, Dilma ya habría alzado los brazos hace tiempo y Serra habría tirado la toalla. Pero el fracaso de los sondeos en la primera vuelta del 3 de octubre, cuando pronosticaron que la candidata oficialista superaría el 50% de los votos -finalmente no pasó del 46,9%-, ha forzado a la favorita a ser cautelosa al mismo tiempo que ha dado esperanzas a su rival.
Este sábado, víspera de las presidenciales, los cuatro principales institutos de opinión dieron a conocer los resultados de sus últimos rastreos entre los electores. Todos demoledores para Serra, que apenas conseguiría entre el 43% y el 45% de los votos válidos y sufriría de ese modo un nuevo fracaso en su asalto al Palacio de Planalto tras haber perdido contra Lula en 2002. El apoyo a Dilma, en cambio, oscilaría entre el 55% y el 57% de los sufragios.
La agenda de Dilma
Con prudencia, pero consciente de su evidente favoritismo, la aspirante del Partido de los Trabajadores (PT) tiene incluso diseñada la agenda que deberá cumplir en las próximas semanas si las urnas le conceden esta noche el privilegio de convertirse en la primera presidenta del gigante sudamericano.
Cuando cierren los colegios a las cinco de la tarde, será el principio del fin de la era de Luiz Inácio Lula da Silva. Aunque consiga ganar un tercer mandato simbólico en la piel de su ex ministra Dilma Rousseff, el presidente más popular de la historia reciente de Brasil comenzará este domingo una larga despedida que se prolongará durante dos meses, hasta que el próximo Año Nuevo entregue definitivamente el testigo a su heredera. O bien a su heredero, en caso de que todas las encuestas estén equivocadas y sea el opositor José Serra quien dé la campanada adjudicándose las elecciones.
En condiciones normales, Dilma ya habría alzado los brazos hace tiempo y Serra habría tirado la toalla. Pero el fracaso de los sondeos en la primera vuelta del 3 de octubre, cuando pronosticaron que la candidata oficialista superaría el 50% de los votos -finalmente no pasó del 46,9%-, ha forzado a la favorita a ser cautelosa al mismo tiempo que ha dado esperanzas a su rival.
Este sábado, víspera de las presidenciales, los cuatro principales institutos de opinión dieron a conocer los resultados de sus últimos rastreos entre los electores. Todos demoledores para Serra, que apenas conseguiría entre el 43% y el 45% de los votos válidos y sufriría de ese modo un nuevo fracaso en su asalto al Palacio de Planalto tras haber perdido contra Lula en 2002. El apoyo a Dilma, en cambio, oscilaría entre el 55% y el 57% de los sufragios.
La agenda de Dilma
Con prudencia, pero consciente de su evidente favoritismo, la aspirante del Partido de los Trabajadores (PT) tiene incluso diseñada la agenda que deberá cumplir en las próximas semanas si las urnas le conceden esta noche el privilegio de convertirse en la primera presidenta del gigante sudamericano.
Reportan epidemia mortal entre yanomamis en Venezuela - EL UNIVERSAL
EL UNIVERSAL, Caracas, 30/10/2010 06:26 PM, extracto.-
Trabajadores venezolanos de la salud afirman que una posible epidemia de malaria mató a decenas de personas, diezmando a tres aldeas Yanomami, una de las etnias indígenas con menos contacto con el mundo moderno, en una remota franja de la Amazonía venezolana.
Dos auxiliares médicos indígenas que visitaron la zona dijeron el viernes a The Associated Press que de acuerdo con los jefes de las aldeas, alrededor de 50 personas murieron recientemente, muchos de ellos niños.
Hay 'mucha, mucha gente enferma todavía', dijo Andrés Blanco en una entrevista telefónica desde Puerto Ayacucho. Blanco, un yanomami que trabaja en un programa gubernamental de salud para las comunidades indígenas, alertó a los funcionarios regionales hace una semana y media después de caminar varios días para visitar tres aldeas remotas donde ocurrieron las muertes.
Relató que regresó el fin de semana a esas comunidades en helicóptero con una misión médica que incluyó médicos que administraron medicamentos y confirmaron que indígenas aún están infectadas de malaria.
Trabajadores venezolanos de la salud afirman que una posible epidemia de malaria mató a decenas de personas, diezmando a tres aldeas Yanomami, una de las etnias indígenas con menos contacto con el mundo moderno, en una remota franja de la Amazonía venezolana.
Dos auxiliares médicos indígenas que visitaron la zona dijeron el viernes a The Associated Press que de acuerdo con los jefes de las aldeas, alrededor de 50 personas murieron recientemente, muchos de ellos niños.
Hay 'mucha, mucha gente enferma todavía', dijo Andrés Blanco en una entrevista telefónica desde Puerto Ayacucho. Blanco, un yanomami que trabaja en un programa gubernamental de salud para las comunidades indígenas, alertó a los funcionarios regionales hace una semana y media después de caminar varios días para visitar tres aldeas remotas donde ocurrieron las muertes.
Relató que regresó el fin de semana a esas comunidades en helicóptero con una misión médica que incluyó médicos que administraron medicamentos y confirmaron que indígenas aún están infectadas de malaria.
sábado 30 de octubre de 2010
Radios chilenas (radios comunitarias de Valparaíso) - en: Radio en América - El Tiempo - Colombia
Radio en América | El Tiempo, por Tito Ballesteros, 31/10/2010.-
Dos radios con indiscutido liderazgo. Radios desde Valparaíso. Chile.
Invitadas. La Radioneta y Radio Placeres.
+ Radio Placeres suena en la clandestinidad. Nadie sabe dónde queda o quién habla. No hay teléfonos a dónde llamar y la Internet se ha convertido en una aliada para visibilizar su servicio. Parte de su sostenimiento económico lo debe a fiestas y tres o cuatro actividades anuales. No está sujeta a la visión económica impuesta por otros medios: La venta de publicidad.
+ Funciona desde el sótano de una casa. Es La Radioneta, radio de Valparaiso. La emisora ha enfrentado miles de luchas por sostenerse en el dial. La historia completa de esta emisora y su programación en entrevista con Natacha Gómez Barahona. Comunicadora social, docente de radio y directora de la maravillosa Radioneta.
Nombre. La Radioneta
Ubicación. Valparaíso. Chile
Sitio Web
Entrevista. Natacha Gómez Barahona
Perfil. Comunicadora social, docente de radio y directora de la radio
Temas de la entrevista: El desalojo. Ondas inestables. El sótano sonoro. La Radioneta referente de emisoras en Chile. Objetivos de la radio. ¿Cómo hacer sonar bonita la radio?. Concentración de medios. Medios libres. "Estudiantes de comunicación social NO radiofónicos".
Nombre. Radio Placeres
Ubicación. Valparaíso. Chile
Sitio Web.
Entrevista. Richard Muñoz Ojeda
Perfil. Periodista
Dos radios con indiscutido liderazgo. Radios desde Valparaíso. Chile.
Invitadas. La Radioneta y Radio Placeres.
+ Radio Placeres suena en la clandestinidad. Nadie sabe dónde queda o quién habla. No hay teléfonos a dónde llamar y la Internet se ha convertido en una aliada para visibilizar su servicio. Parte de su sostenimiento económico lo debe a fiestas y tres o cuatro actividades anuales. No está sujeta a la visión económica impuesta por otros medios: La venta de publicidad.
Nombre. La Radioneta
Ubicación. Valparaíso. Chile
Sitio Web
Entrevista. Natacha Gómez Barahona
Perfil. Comunicadora social, docente de radio y directora de la radio
Temas de la entrevista: El desalojo. Ondas inestables. El sótano sonoro. La Radioneta referente de emisoras en Chile. Objetivos de la radio. ¿Cómo hacer sonar bonita la radio?. Concentración de medios. Medios libres. "Estudiantes de comunicación social NO radiofónicos".
Nombre. Radio Placeres
Ubicación. Valparaíso. Chile
Sitio Web.
Entrevista. Richard Muñoz Ojeda
Perfil. Periodista
Brasil: sondeos reafirman cómoda ventaja de Rousseff sobre Serra - AFP - ELESPECTADOR.COM
ELESPECTADOR.COM, AFP, 30/10/2010 07:28 PM.-
El estudio de Sensus fue realizado entre el 28 y el 29 de octubre sobre 2.000 electores en 136 municipios de todo el país.
La candidata del oficialismo a la Presidencia de Brasil, Dilma Rousseff, mantiene una ventaja de entre 10 y 14 puntos porcentuales sobre su adversario en la segunda vuelta de las elecciones, el socialdemócrata José Serra, de acuerdo a sondeos divulgados este sábado.
Según el instituto Sensus, Rousseff aparece con 57,2% de los votos válidos (excluidos blancos y nulos), al tiempo que Serra exhibe un volumen de apoyo del 42,8%, una diferencia de 14,4 puntos porcentuales.
El estudio de Sensus fue realizado entre el 28 y el 29 de octubre sobre 2.000 electores en 136 municipios de todo el país, y tiene un margen de error de 2,2 puntos porcentuales.
En el otro extremo, DataFolha atribuyó a Rousseff una ventaja de 10 puntos porcentuales: 55% de los votos válidos para la candidata oficialista y 45% para Serra. Este estudio fue realizado entre el viernes y el sábado con 6.554 electores y posee un margen de error de 2 puntos.
En medio de estos dos sondeos, el instituto Ibope verificó una ventaja a favor de Rousseff estimada en 12 puntos porcentuales: 56% a 44%. El sondeo de Ibope entrevistó 3.010 electores y tiene un margen de error de también dos puntos porcentuales.
En el primer turno de las elecciones, Rousseff había conseguido el 46,91% de los votos, contra 32,61% de Serra. Unos 135 millones de brasileños están convocados a las urnas este domingo para elegir al sucesor del popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva
El estudio de Sensus fue realizado entre el 28 y el 29 de octubre sobre 2.000 electores en 136 municipios de todo el país.
La candidata del oficialismo a la Presidencia de Brasil, Dilma Rousseff, mantiene una ventaja de entre 10 y 14 puntos porcentuales sobre su adversario en la segunda vuelta de las elecciones, el socialdemócrata José Serra, de acuerdo a sondeos divulgados este sábado.
Según el instituto Sensus, Rousseff aparece con 57,2% de los votos válidos (excluidos blancos y nulos), al tiempo que Serra exhibe un volumen de apoyo del 42,8%, una diferencia de 14,4 puntos porcentuales.
El estudio de Sensus fue realizado entre el 28 y el 29 de octubre sobre 2.000 electores en 136 municipios de todo el país, y tiene un margen de error de 2,2 puntos porcentuales.
En el otro extremo, DataFolha atribuyó a Rousseff una ventaja de 10 puntos porcentuales: 55% de los votos válidos para la candidata oficialista y 45% para Serra. Este estudio fue realizado entre el viernes y el sábado con 6.554 electores y posee un margen de error de 2 puntos.
En medio de estos dos sondeos, el instituto Ibope verificó una ventaja a favor de Rousseff estimada en 12 puntos porcentuales: 56% a 44%. El sondeo de Ibope entrevistó 3.010 electores y tiene un margen de error de también dos puntos porcentuales.
En el primer turno de las elecciones, Rousseff había conseguido el 46,91% de los votos, contra 32,61% de Serra. Unos 135 millones de brasileños están convocados a las urnas este domingo para elegir al sucesor del popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Obama promueve voto demócrata en Pensilvania - El Universal
El Universal, Washington, Notimex, 30/10/2010 18:33 hrs., extracto.-
El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, inició hoy una campaña proselitista por Pensilvania, Connecticut, Illinois y Ohio, para promover el voto a favor de los demócratas en los comicios de medio término del 2 de noviembre.
En Pensilvania, donde en 2008 congregó a 20 mil personas durante su campaña por la Presidencia, el mandatario dijo a unos mil 600 voluntarios demócratas que la participación en un mitin no es lo más difícil.
"Lo que necesito esta semana es que todos los voluntarios aquí toquen 20 mil puertas", exhortó Obama, quien busca evitar que los republicanos retomen el control de una o las dos cámaras del Congreso, actualmente en manos de los demócratas.
La presencia de Obama en Pensilvania busca impulsar la candidatura del representante demócrata Joe Sestak, que en una cerrada contienda busca un escaño en el Senado frente a su rival republicano Pat Toomey.
"No pueden parar hoy porque la realidad es que estamos en una elección difícil. Es difícil aquí en Pensilvania, es difícil en todo el país", anotó el mandatario.
Advirtió que el voto es importante para defender los avances logrados en sus dos años de gobierno, incluyendo la reforma de salud que permite a los hijos de personas aseguradas ser atendidos hasta los 26 años y la cobertura a paciente con condiciones médicas preexistentes.
El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, inició hoy una campaña proselitista por Pensilvania, Connecticut, Illinois y Ohio, para promover el voto a favor de los demócratas en los comicios de medio término del 2 de noviembre.
En Pensilvania, donde en 2008 congregó a 20 mil personas durante su campaña por la Presidencia, el mandatario dijo a unos mil 600 voluntarios demócratas que la participación en un mitin no es lo más difícil.
"Lo que necesito esta semana es que todos los voluntarios aquí toquen 20 mil puertas", exhortó Obama, quien busca evitar que los republicanos retomen el control de una o las dos cámaras del Congreso, actualmente en manos de los demócratas.
La presencia de Obama en Pensilvania busca impulsar la candidatura del representante demócrata Joe Sestak, que en una cerrada contienda busca un escaño en el Senado frente a su rival republicano Pat Toomey.
"No pueden parar hoy porque la realidad es que estamos en una elección difícil. Es difícil aquí en Pensilvania, es difícil en todo el país", anotó el mandatario.
Advirtió que el voto es importante para defender los avances logrados en sus dos años de gobierno, incluyendo la reforma de salud que permite a los hijos de personas aseguradas ser atendidos hasta los 26 años y la cobertura a paciente con condiciones médicas preexistentes.
Rigoberta Menchú visita un centro de torturas de la dictadura chilena - EFE
EFE, Santiago, 30/10/2010.-
La premio Nobel de la Paz Rigoberta Menchú recorrió hoy las instalaciones de Villa Grimaldi, un antiguo centro de torturas durante la dictadura del general Augusto Pinochet (1973-1990).
La activista guatemalteca estuvo acompañada por la presidenta de la Corporación Parque por la Paz Villa Grimaldi, Margarita Romero, y representantes de otras organizaciones de derechos humanos.
Menchú reivindicó la necesidad de preservar sitios como Villa Grimaldi, conocido actualmente como Parque por la Paz, porque "los humanos solemos perder nuestra memoria y un pueblo sin memoria es un pueblo que puede permitir de nuevo que ocurran esas atrocidades".
"Creo que la bandera de lucha más importante es para que no vuelva a ocurrir, para que nos indignemos cada vez que estemos acá y para que digamos no a genocidios, delitos de lesa humanidad, torturas, que es una de las cobardías más grandes de las dictaduras", sostuvo.
Se calcula que unas 4.500 personas pasaron por este centro de tortura, situado a los pies de la cordillera en Santiago, y de ellos 226 desaparecieron. La propia ex presidenta Michelle Bachelet fue una de las que consiguió salir con vida.
En tanto, los dirigentes de algunas entidades de defensa de los derechos humanos y recuperación de la memoria rechazaron el proyecto de ley impulsado por el Gobierno chileno que reduce significativamente su financiación.
El proyecto de Ley de Presupuesto 2011 reemplaza el aporte fijo que recibían hasta ahora por un fondo concursable abierto a "instituciones colaboradoras" del Estado, desde la Dirección Nacional de Archivos y Museos.
"Según la nueva modalidad, muchas instituciones pueden postular, pero no es seguro que vayamos a ganar una parte de esos dineros. Antes por ley se nos transfería una cantidad que aseguraba la manutención del sitio y de sus actividades como espacio público", indicó Margarita Romero.
La premio Nobel de la Paz Rigoberta Menchú recorrió hoy las instalaciones de Villa Grimaldi, un antiguo centro de torturas durante la dictadura del general Augusto Pinochet (1973-1990).
La activista guatemalteca estuvo acompañada por la presidenta de la Corporación Parque por la Paz Villa Grimaldi, Margarita Romero, y representantes de otras organizaciones de derechos humanos.
Menchú reivindicó la necesidad de preservar sitios como Villa Grimaldi, conocido actualmente como Parque por la Paz, porque "los humanos solemos perder nuestra memoria y un pueblo sin memoria es un pueblo que puede permitir de nuevo que ocurran esas atrocidades".
"Creo que la bandera de lucha más importante es para que no vuelva a ocurrir, para que nos indignemos cada vez que estemos acá y para que digamos no a genocidios, delitos de lesa humanidad, torturas, que es una de las cobardías más grandes de las dictaduras", sostuvo.
Se calcula que unas 4.500 personas pasaron por este centro de tortura, situado a los pies de la cordillera en Santiago, y de ellos 226 desaparecieron. La propia ex presidenta Michelle Bachelet fue una de las que consiguió salir con vida.
En tanto, los dirigentes de algunas entidades de defensa de los derechos humanos y recuperación de la memoria rechazaron el proyecto de ley impulsado por el Gobierno chileno que reduce significativamente su financiación.
El proyecto de Ley de Presupuesto 2011 reemplaza el aporte fijo que recibían hasta ahora por un fondo concursable abierto a "instituciones colaboradoras" del Estado, desde la Dirección Nacional de Archivos y Museos.
"Según la nueva modalidad, muchas instituciones pueden postular, pero no es seguro que vayamos a ganar una parte de esos dineros. Antes por ley se nos transfería una cantidad que aseguraba la manutención del sitio y de sus actividades como espacio público", indicó Margarita Romero.
El crecimiento del narcotráfico - editorial - Clarín
Clarín, editorial, 30/10/2010.-
El avance del narcotráfico en nuestro país no puede, a esta altura de sus manifestaciones, atribuirse exclusivamente a factores externos. Según datos de Naciones Unidas, la Argentina se ha convertido en los últimos años en el principal consumidor de cocaína de la región. Es además un país exportador de ese narcótico y en el que existen ya instaladas redes transnacionales de producción y comercialización local.
El alerta lo acaban de rubricar el ex canciller colombiano Jaime Bermúdez y el juez de cámara Claudio Gutierrez de la Cárcova en un foro de debate organizado por la Asociación Cristiana de Dirigentes de Empresas (ACDE).
Ambos advirtieron que, con el aumento de la producción de efedrina, este país va camino a que la presencia del narcotráfico empiece a ocasionar daños mayores. La lucha contra el narcotráfico en Colombia provocó un traslado de los laboratorios clandestinos de droga a otros países, multiplicando sus focos de expansión y deletéreos efectos en las economías, las sociedades y las instituciones.
La Argentina, que fue considerada durante mucho tiempo como un país de tránsito, es actualmente una pieza más de un circuito que abarca gran parte del continente, desafía el poder y la capacidad de los Estados y ocasiona efectos corrosivos y corruptores sobre el conjunto de la sociedad.
La gravedad y magnitud que adquiere este fenómeno exige una estrategia integral de prevención y lucha contra el narcotráfico; políticas que, hasta ahora, han brillado por su ausencia o deficiencia.
Frente al avance del narcotráfico en nuestro país, señalado por informes de Naciones Unidas, faltan políticas integrales que se atrevan a enfrentar seriamente este flagelo.
El avance del narcotráfico en nuestro país no puede, a esta altura de sus manifestaciones, atribuirse exclusivamente a factores externos. Según datos de Naciones Unidas, la Argentina se ha convertido en los últimos años en el principal consumidor de cocaína de la región. Es además un país exportador de ese narcótico y en el que existen ya instaladas redes transnacionales de producción y comercialización local.
El alerta lo acaban de rubricar el ex canciller colombiano Jaime Bermúdez y el juez de cámara Claudio Gutierrez de la Cárcova en un foro de debate organizado por la Asociación Cristiana de Dirigentes de Empresas (ACDE).
Ambos advirtieron que, con el aumento de la producción de efedrina, este país va camino a que la presencia del narcotráfico empiece a ocasionar daños mayores. La lucha contra el narcotráfico en Colombia provocó un traslado de los laboratorios clandestinos de droga a otros países, multiplicando sus focos de expansión y deletéreos efectos en las economías, las sociedades y las instituciones.
La Argentina, que fue considerada durante mucho tiempo como un país de tránsito, es actualmente una pieza más de un circuito que abarca gran parte del continente, desafía el poder y la capacidad de los Estados y ocasiona efectos corrosivos y corruptores sobre el conjunto de la sociedad.
La gravedad y magnitud que adquiere este fenómeno exige una estrategia integral de prevención y lucha contra el narcotráfico; políticas que, hasta ahora, han brillado por su ausencia o deficiencia.
Frente al avance del narcotráfico en nuestro país, señalado por informes de Naciones Unidas, faltan políticas integrales que se atrevan a enfrentar seriamente este flagelo.
Rousseff y Serra se concentran en M.Gerais antes de la elección - Reuters
Reuters, Belo Horizonte, 30/10/2010 16:42 GYT, , por Aline de Almeida, extracto.-
Los candidatos presidenciales de Brasil se concentraron en el estado clave de Minas Gerais, en un intento de último momento de ganarse a los votantes indecisos antes de la segunda vuelta electoral del domingo.
Dilma Rousseff, la candidata oficialista que tiene una ventaja de dos dígitos en las encuestas de opinión frente a su competidor, José Serra, mostró el sábado un aire de confianza que no había desplegado desde que quedó cerca de la victoria en la primera ronda el 3 de octubre.
"Gobernaré para todos los brasileños. No habrá discriminación de partidos. No gobernaré sólo para mi coalición", dijo a periodistas una radiante Rousseff en la capital del estado, Belo Horizonte, en algo que sonaba como un anticipado discurso de victoria.
Rousseff alcanzaría un 50,3 por ciento de los votos contra un 37,6 por ciento de Serra, según mostró el último sondeo del instituto Sensus antes de la elección del domingo.
Considerando sólo los votos válidos, que excluyen los blancos, nulos e indecisos, Rousseff alcanzaría un 57,2 por ciento y Serra un 42,8 por ciento.
Los candidatos presidenciales de Brasil se concentraron en el estado clave de Minas Gerais, en un intento de último momento de ganarse a los votantes indecisos antes de la segunda vuelta electoral del domingo.
Dilma Rousseff, la candidata oficialista que tiene una ventaja de dos dígitos en las encuestas de opinión frente a su competidor, José Serra, mostró el sábado un aire de confianza que no había desplegado desde que quedó cerca de la victoria en la primera ronda el 3 de octubre.
"Gobernaré para todos los brasileños. No habrá discriminación de partidos. No gobernaré sólo para mi coalición", dijo a periodistas una radiante Rousseff en la capital del estado, Belo Horizonte, en algo que sonaba como un anticipado discurso de victoria.
Rousseff alcanzaría un 50,3 por ciento de los votos contra un 37,6 por ciento de Serra, según mostró el último sondeo del instituto Sensus antes de la elección del domingo.
Considerando sólo los votos válidos, que excluyen los blancos, nulos e indecisos, Rousseff alcanzaría un 57,2 por ciento y Serra un 42,8 por ciento.
Decenas de miles de personas reclaman en Washington la "recuperación de la cordura" a tres días de las elecciones - Yolanda Monge - El País
El País, por Yolanda Monge, Washington, 30/10/2010, extracto.-
El humorista Jon Stewart encabeza una macroconcentración en la capital de EE UU para aquellos que prefieren la serenidad al griterío político.- "En los malos momentos hay que estar fuerte y no sucumbir ante la xenofobia y la sinrazón", proclama una pareja de jóvenes asistentes.
¡Qué bonito día para recuperar la cordura! Frío pero soleado y con la tendencia a seguir así a lo largo del día. Decenas de miles de personas, jóvenes en su mayor parte, se han concentrado desde esta mañana en el National Mall de Washington respondiendo a la convocatoria lanzada por el humorista político Jon Stewart bajo el nombre Concentración para recuperar la cordura . La llamada se dirige, a tres días de unas elecciones cruciales , a aquellos "que sienten que los que más gritan no son los únicos que deberían ser escuchados" (en alusión velada a las grandes concentraciones promovidas por el movimiento ultraconservador del Tea Party). "Estamos agotados de tantos gritos", asegura uno de los organizadores. "No es bueno para la salud y desde luego es malísimo para la garganta", dice con tono divertido. "Calculo que unos 10 millones de personas asisten hoy a esta concentración".
Así ha comparecido Stewart ante sus emocionados seguidores. "Somos muchos", ha proseguido el comediante, "aunque si somos todos blancos esto es una concentración racista". "Si fuera de otro color se diría que estamos pidiendo algo, como el derecho a comer en un restaurante sin ser expulsado" -en referencia al comentario efectuado por el candidato a senador por Kentucky que cuestionó la ley de derechos civiles que acabó con la segregación racial en EEUU en 1964.
Stewart reclama de los asistentes que se identifiquen por un número -empezando por el uno- y se definan. 1: "Soy una hombre mitad americano mitad mexicano", dice el primero. 2: "Soy una mujer blanca". 3: "Mujer medio americana medio asiática de Taiwán". Esto es una fiesta. Y aquí llega el otro copatrocinador del evento, el también humorista Stephen Colbert, compañero de cadena (Comedy Central) de Stewart, homenajeando a los mineros chilenos. "Chile, Chile, Chile..." Colbert surge de una cápsula imitación a la que liberó a los mineros.
Ante la llamada enérgica de Stewart, ¡hasta los perros han recuperado la razón! "Prometo no comerme más los zapatos de mi dueño", se lee en el pañuelo que su amo ha atado a un labrador. A sólo dos días de las elecciones de mitad de mandato del próximo martes, que podrían dar un vuelco al Congreso demócrata de Estados Unidos , los asistentes -por mucho que Stewart dijera que el acto no era político-, se muestran mayoritariamente inclinados hacia la progresía y reniegan del asalto ultraconservador que parece acechar al Capitolio.
El humorista Jon Stewart encabeza una macroconcentración en la capital de EE UU para aquellos que prefieren la serenidad al griterío político.- "En los malos momentos hay que estar fuerte y no sucumbir ante la xenofobia y la sinrazón", proclama una pareja de jóvenes asistentes.
¡Qué bonito día para recuperar la cordura! Frío pero soleado y con la tendencia a seguir así a lo largo del día. Decenas de miles de personas, jóvenes en su mayor parte, se han concentrado desde esta mañana en el National Mall de Washington respondiendo a la convocatoria lanzada por el humorista político Jon Stewart bajo el nombre Concentración para recuperar la cordura . La llamada se dirige, a tres días de unas elecciones cruciales , a aquellos "que sienten que los que más gritan no son los únicos que deberían ser escuchados" (en alusión velada a las grandes concentraciones promovidas por el movimiento ultraconservador del Tea Party). "Estamos agotados de tantos gritos", asegura uno de los organizadores. "No es bueno para la salud y desde luego es malísimo para la garganta", dice con tono divertido. "Calculo que unos 10 millones de personas asisten hoy a esta concentración".
Así ha comparecido Stewart ante sus emocionados seguidores. "Somos muchos", ha proseguido el comediante, "aunque si somos todos blancos esto es una concentración racista". "Si fuera de otro color se diría que estamos pidiendo algo, como el derecho a comer en un restaurante sin ser expulsado" -en referencia al comentario efectuado por el candidato a senador por Kentucky que cuestionó la ley de derechos civiles que acabó con la segregación racial en EEUU en 1964.
Stewart reclama de los asistentes que se identifiquen por un número -empezando por el uno- y se definan. 1: "Soy una hombre mitad americano mitad mexicano", dice el primero. 2: "Soy una mujer blanca". 3: "Mujer medio americana medio asiática de Taiwán". Esto es una fiesta. Y aquí llega el otro copatrocinador del evento, el también humorista Stephen Colbert, compañero de cadena (Comedy Central) de Stewart, homenajeando a los mineros chilenos. "Chile, Chile, Chile..." Colbert surge de una cápsula imitación a la que liberó a los mineros.
Ante la llamada enérgica de Stewart, ¡hasta los perros han recuperado la razón! "Prometo no comerme más los zapatos de mi dueño", se lee en el pañuelo que su amo ha atado a un labrador. A sólo dos días de las elecciones de mitad de mandato del próximo martes, que podrían dar un vuelco al Congreso demócrata de Estados Unidos , los asistentes -por mucho que Stewart dijera que el acto no era político-, se muestran mayoritariamente inclinados hacia la progresía y reniegan del asalto ultraconservador que parece acechar al Capitolio.
¿Qué es solidaridad? Un post de Otto Boye
Original en Aportes al Diálogo, blog de Otto Boye
Postulamos una sociedad basada en la solidaridad. Corresponde preguntarse entonces qué se quiere decir con esta palabra. Encuentro una respuesta en "Solicitudo Rei Socialis", encíclica del Papa Juan Pablo II publicada en diciembre de 1987, o sea, hace ya 23 años. En ella dice lo que sigue: "Esta no es, pues, un sentimiento superficial por los males de tantas personas, cercanas o lejanas. Al contrario, es la determinación firme y perseverante de empeñarse por el bien común; es decir por el bien de todos y cada uno, para que todos seamos verdaderamente responsables de todos." Y agrega después estas palabras decisivas: "Esta determinación se funda en la firme convicción de que lo que frena el pleno desarrollo es aquel afán de ganancia y aquella sed de poder de que ya se ha hablado. Tales "actitudes y estructuras de pecado" solamente se vencen -con la ayuda de la gracia divina- mediante una actitud diametralmente opuesta: la entrega por el bien del prójimo, que está dispuesto a "perderse", en sentido evangélico, por el otro en vez de explotarlo, y a "servirlo" en lugar de oprimirlo para el propio provecho." Creo que la cita es contundente y no admite dobles lecturas, unas de izquierda y otras de derecha. La solidaridad es, entonces, un imperativo moral o ético a manifestarse en todos los aspectos que constituyen un desarrollo pleno o integral, como lo he denominado en otras ocasiones. Es, además, como buena expresión de amor, una decisión de la voluntad ("determinación firme y perseverante") y no un mero sentimiento, esencialmente pasajero y, por eso, frágil, endeble, fugaz. Espero que estas líneas contribuyan a avanzar en lo que estoy sosteniendo a partir de mis dos reflexiones anteriores, clarificando los conceptos fundamentales.
Argentina | Latinamericanos - por Washington Uranga - Página12
Página12, por Washington Uranga, 30/10/2010, extracto.-
Entre los saldos que dejó el hecho político generado a raíz de los actos de despedida final de Néstor Kirchner uno que vale la pena resaltar es la consolidación definitiva de la inserción argentina en el escenario latinoamericano. Lula vino hasta Buenos Aires en medio del cierre de campaña. Lugo dejó de lado las recomendaciones de los médicos y decidió estar. Mujica subió a su avión a dirigentes de la oposición para expresar un mensaje colectivo de todo el pueblo oriental. Correa trajo como estandarte su gratitud por el respaldo ofrecido durante el reciente intento de golpe de Estado. Chávez recordó sus temores iniciales con Kirchner y la sólida amistad y alianza política construida después. Desde otra punta del arco político, Piñera y Santos tampoco quisieron estar ausentes. Con menos nivel de representación estuvieron sin embargo todos los países latinoamericanos. Todos, sin atenuantes, reconocieron el papel de la Argentina, de Néstor Kirchner y de Cristina Fernández, en la consolidación del bloque regional y en la reconstrucción de una latinoamericanidad que se había extraviado en el caos de los golpes militares y la fragmentación neoliberal.
Entre los saldos que dejó el hecho político generado a raíz de los actos de despedida final de Néstor Kirchner uno que vale la pena resaltar es la consolidación definitiva de la inserción argentina en el escenario latinoamericano. Lula vino hasta Buenos Aires en medio del cierre de campaña. Lugo dejó de lado las recomendaciones de los médicos y decidió estar. Mujica subió a su avión a dirigentes de la oposición para expresar un mensaje colectivo de todo el pueblo oriental. Correa trajo como estandarte su gratitud por el respaldo ofrecido durante el reciente intento de golpe de Estado. Chávez recordó sus temores iniciales con Kirchner y la sólida amistad y alianza política construida después. Desde otra punta del arco político, Piñera y Santos tampoco quisieron estar ausentes. Con menos nivel de representación estuvieron sin embargo todos los países latinoamericanos. Todos, sin atenuantes, reconocieron el papel de la Argentina, de Néstor Kirchner y de Cristina Fernández, en la consolidación del bloque regional y en la reconstrucción de una latinoamericanidad que se había extraviado en el caos de los golpes militares y la fragmentación neoliberal.
Nestor Kirchner - De vuelta en el lugar donde empezó todo - Página12
Página12 , Por Nicolás Lantos, desde Río Gallegos, 30/10/2010, extracto.-
En una concentración pocas veces vista en Río Gallegos, los santacruceños despidieron al ex presidente. Cristina Fernández, junto a Hugo Chávez y un grupo de funcionarios y amigos, participó de una ceremonia religiosa en la capilla del cementerio. La Presidenta descansará el fin de semana y el lunes vuelve a Buenos Aires.
“Nunca vi tanta gente en Río Gallegos”, dejó escapar un local, mientras esperaba la llegada del cortejo de despedida de Néstor Kirchner. Era una larga columna que rodeaba por ambos lados los nueve kilómetros de la autovía que une el Aeropuerto Piloto Norberto Fernández con el cementerio municipal de la capital santacruceña, y que acompañó la última procesión del ex mandatario hasta que ingresó, poco después de las ocho de la noche, a la capilla adonde fue velado por última vez y donde permanecerá para que los santacruceños puedan pasar a despedirse. Su mujer, la presidenta Cristina Fernández, sus hijos Máximo y Florencia, el venezolano Hugo Chávez y funcionarios del gobierno nacional, dirigentes políticos, figuras de la cultura y el espectáculo y allegados a la familia formaron parte de la íntima y última ceremonia. Luego, Cristina acompañó a Chávez al aeropuerto y se retiró a su nueva casa en esta ciudad. Luego de depositar el ataúd en la sencilla bóveda de la familia Kirchner, la Presidenta descansará pero sólo por el fin de semana: el lunes a primera hora está prevista su vuelta a Buenos Aires para retomar su labor.
En una concentración pocas veces vista en Río Gallegos, los santacruceños despidieron al ex presidente. Cristina Fernández, junto a Hugo Chávez y un grupo de funcionarios y amigos, participó de una ceremonia religiosa en la capilla del cementerio. La Presidenta descansará el fin de semana y el lunes vuelve a Buenos Aires.
“Nunca vi tanta gente en Río Gallegos”, dejó escapar un local, mientras esperaba la llegada del cortejo de despedida de Néstor Kirchner. Era una larga columna que rodeaba por ambos lados los nueve kilómetros de la autovía que une el Aeropuerto Piloto Norberto Fernández con el cementerio municipal de la capital santacruceña, y que acompañó la última procesión del ex mandatario hasta que ingresó, poco después de las ocho de la noche, a la capilla adonde fue velado por última vez y donde permanecerá para que los santacruceños puedan pasar a despedirse. Su mujer, la presidenta Cristina Fernández, sus hijos Máximo y Florencia, el venezolano Hugo Chávez y funcionarios del gobierno nacional, dirigentes políticos, figuras de la cultura y el espectáculo y allegados a la familia formaron parte de la íntima y última ceremonia. Luego, Cristina acompañó a Chávez al aeropuerto y se retiró a su nueva casa en esta ciudad. Luego de depositar el ataúd en la sencilla bóveda de la familia Kirchner, la Presidenta descansará pero sólo por el fin de semana: el lunes a primera hora está prevista su vuelta a Buenos Aires para retomar su labor.
BBC Mundo - Últimas Noticias - Brasil: último debate antes de las elecciones presidenciales
BBC Mundo - , 30/10/2010.-
Los dos candidatos que se disputarán la Presidencia de Brasil este domingo 31 de octubre, la del oficialista Partido de los Trabajadores (PT), Dilma Rousseff, y el del Partido Social Demócrata Brasileño (PSDB), José Serra, se enfrentaron este viernes en el último debate antes de los comicios.
Los dos políticos no podían hacerse preguntas directamente entre ellos, sino que fueron cuestionados por un grupo de 80 votantes indecisos.
El corresponsal de la BBC en Brasil, Paulo Cabral, señaló que como no hay grandes diferencias en los programas de los dos candidatos, el debate fue 'poco entusiasta y ni Serra ni Rousseff dijeron nada nuevo'.
Las encuestas dan como vencedora de los comicios a la candidata oficialista.
Los dos candidatos que se disputarán la Presidencia de Brasil este domingo 31 de octubre, la del oficialista Partido de los Trabajadores (PT), Dilma Rousseff, y el del Partido Social Demócrata Brasileño (PSDB), José Serra, se enfrentaron este viernes en el último debate antes de los comicios.
Los dos políticos no podían hacerse preguntas directamente entre ellos, sino que fueron cuestionados por un grupo de 80 votantes indecisos.
El corresponsal de la BBC en Brasil, Paulo Cabral, señaló que como no hay grandes diferencias en los programas de los dos candidatos, el debate fue 'poco entusiasta y ni Serra ni Rousseff dijeron nada nuevo'.
Las encuestas dan como vencedora de los comicios a la candidata oficialista.
BBC Mundo - Últimas Noticias - Familias de las dos Coreas se reunirán tras más de medio siglo separadas
BBC Mundo - Últimas Noticias , 30/10/2010.-
Unos 400 surcoreanos cruzaron la frontera con Corea del Norte para una breve reunión con sus familiares que están al otro lado y a los que no ven desde hace más de medio siglo.
Las familias se separaron en medio del caos de la guerra entre las dos Coreas.
El encuentro tendrá lugar pese al intercambio de disparos entre soldados de los dos países registrado este viernes.
Estas son las primeras reuniones de este tipo este año. Anteriormente, 20.000 familias pudieron reunirse gracias a esta iniciativa, pero más de 80.000 ancianos surcoreanos todavía esperan a que les llegue a ellos la oportunidad.
Unos 400 surcoreanos cruzaron la frontera con Corea del Norte para una breve reunión con sus familiares que están al otro lado y a los que no ven desde hace más de medio siglo.
Las familias se separaron en medio del caos de la guerra entre las dos Coreas.
El encuentro tendrá lugar pese al intercambio de disparos entre soldados de los dos países registrado este viernes.
Estas son las primeras reuniones de este tipo este año. Anteriormente, 20.000 familias pudieron reunirse gracias a esta iniciativa, pero más de 80.000 ancianos surcoreanos todavía esperan a que les llegue a ellos la oportunidad.
Presidente chileno, Sebastián Piñera, visitará Colombia el 24 de noviembre - EFE - ADN.es
ADN.es, EFE, Bogotá, 30/10/2010, extracto.-
El presidente colombiano, Juan Manuel Santos Calderón, anunció hoy que el próximo 24 de noviembre estará de visita en el país su colega chileno, Sebastián Piñera, con quien discutirá varios temas, entre ellos algunos referentes al comercio.
"Las relaciones con Chile tienen una especial importancia. Tan importante es, que el primer país que viene en visita oficial, en visita de Estado, va a ser el Presidente de Chile, el próximo 24 de noviembre", dijo Santos a periodistas en Bogotá tras su regreso de los funerales del ex presidente argentino Néstor Kirchner.
Entre los temas que los mandatarios de Chile y Colombia abordarán está el comercial y la forma en que se podrían establecer oficinas comerciales conjuntamente.
"Eso nunca se había dado. Eso va a ser algo bien importante y estamos invitando también al Perú y eventualmente a México", explicó Santos.
La visita de Piñera había sido anunciada a medidos del mes pasado por la canciller colombiana, María Ángela Holguín.
En su momento, la canciller Honguín señaló que la visita de Piñera hace parte del proceso que Colombia adelanta para acercarse más a Asia.
El presidente colombiano, Juan Manuel Santos Calderón, anunció hoy que el próximo 24 de noviembre estará de visita en el país su colega chileno, Sebastián Piñera, con quien discutirá varios temas, entre ellos algunos referentes al comercio.
"Las relaciones con Chile tienen una especial importancia. Tan importante es, que el primer país que viene en visita oficial, en visita de Estado, va a ser el Presidente de Chile, el próximo 24 de noviembre", dijo Santos a periodistas en Bogotá tras su regreso de los funerales del ex presidente argentino Néstor Kirchner.
Entre los temas que los mandatarios de Chile y Colombia abordarán está el comercial y la forma en que se podrían establecer oficinas comerciales conjuntamente.
"Eso nunca se había dado. Eso va a ser algo bien importante y estamos invitando también al Perú y eventualmente a México", explicó Santos.
La visita de Piñera había sido anunciada a medidos del mes pasado por la canciller colombiana, María Ángela Holguín.
En su momento, la canciller Honguín señaló que la visita de Piñera hace parte del proceso que Colombia adelanta para acercarse más a Asia.
Piñera y Lula visitarán Bolivia en noviembre - La Nación (Chile)
lanacion.cl, ANSA, 29/10/2010.-
Los presidentes de Chile, Sebastián Piñera, y Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, llegarán a Bolivia el próximo 27 de noviembre para inaugurar un tramo de la carretera que vinculará a sus países a través del territorio boliviano.
Junto a su colega y anfitrión Evo Morales, los mandatarios inaugurarán un tramo del corredor bioceánico que unirá los puertos de Arica e Iquique, en Chile, con el de Santos, en Brasil.
La reunión será en Cochabamba, en el centro geográfico de Bolivia, anunció este viernes el presidente Morales.
“Será una visita para tratar temas relacionados al corredor biocéanico y otros temas para la región”, explicó.
El corredor biocéanico tendrá una extensión de 5.850 kilómetros, de los cuales 1.528 son en territorio boliviano, en los departamentos Santa Cruz, Cochabamba y Oruro. Morales anunció también la posibilidad de una visita del presidente de Venezuela, Hugo Chávez, entre el 29 y el 30 de noviembre y el interés de visitar Bolivia del jefe del gobierno español, José Luís Rodriguez Zapatero, entre el 1 y 2 de diciembre.
Los presidentes de Chile, Sebastián Piñera, y Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, llegarán a Bolivia el próximo 27 de noviembre para inaugurar un tramo de la carretera que vinculará a sus países a través del territorio boliviano.
Junto a su colega y anfitrión Evo Morales, los mandatarios inaugurarán un tramo del corredor bioceánico que unirá los puertos de Arica e Iquique, en Chile, con el de Santos, en Brasil.
La reunión será en Cochabamba, en el centro geográfico de Bolivia, anunció este viernes el presidente Morales.
“Será una visita para tratar temas relacionados al corredor biocéanico y otros temas para la región”, explicó.
El corredor biocéanico tendrá una extensión de 5.850 kilómetros, de los cuales 1.528 son en territorio boliviano, en los departamentos Santa Cruz, Cochabamba y Oruro. Morales anunció también la posibilidad de una visita del presidente de Venezuela, Hugo Chávez, entre el 29 y el 30 de noviembre y el interés de visitar Bolivia del jefe del gobierno español, José Luís Rodriguez Zapatero, entre el 1 y 2 de diciembre.
viernes 29 de octubre de 2010
Una multitud acompañó la llegada de los restos de Néstor Kirchner al cementerio - lanacion.com

lanacion.com, Viernes 29 de octubre de 2010 | 02:51 (actualizado a las 21:05)
Miles de personas escoltaron el féretro del ex presidente en Río Gallegos y dieron muestras de afecto a Cristina y sus hijos; el líder justicialista será enterrado tras una ceremonia íntima; este mediodía, otra masiva caravana siguió el coche fúnebre desde Casa Rosada hasta Aeroparque.
Tras el masivo velorio de poco más de 24 horas en la Casa Rosada, el féretro con los restos de Néstor Kirchner fue escoltado por dos multitudiarias caravanas en la ciudad de Buenos Aires y en Río Gallegos y arribó esta noche al cementerio municipal de la capital provincial, donde será enterrado tras una íntima ceremonia.
Miles de personas se acercaron al aeropuerto santacruceño para recibir los restos del líder justicialista y para acompañar a Cristina Kirchner y a sus hijos Máximo y Florencia en el camino desde el aeropuerto hacia el cementerio.
En el avión, que salió desde Aeroparque tras la multitudinaria caravana que partió desde Casa Rosada, fue trasladado el féretro, acompañado por la jefa del Estado, sus hijos y el jefe de Gabinete, Aníbal Fernández.
Hasta Río Gallegos viajaron varios funcionarios. También el presidente de Venezuela, Hugo Chávez.
Una multitud, bajo un intenso frío, se agolpó a la vera de la autopista 17 de Octubre de Río Gallegos para saludar el paso del cortejo. Con banderas en las que predominó la frase "Gracias Lupo", como se lo conocía en su ciudad natal, los habitantes de Río Gallegos y de ciudades cercanas de esta parte de la Patagonia dieron el presente a lo largo de la autopista que une el aeropuerto con la ciudad capital de Santa Cruz.
La comitiva, que encabezó la Presidenta, llegó poco después de las 17.40 al aeropuerto santacruceño y de inmediato, se inició el recorrido de 12 kilómetros que desembocó directamente en el cementerio municipal, donde los restos del ex presidente descansarán en una bóveda familiar.
Caravana. Este mediodía, el traslado desde la Casa Rosada del cortejo fúnebre fue multitudinario y conmovedor. Partió poco después de las 13 de la Casa de Gobierno, recorrió las avenidas Alem, Córdoba, 9 de Julio y Del Libertador y avanzó por Figueroa Alcorta y la calle Salguero hasta llegar al sector militar del Aeroparque.
Entrevista con Paco Ignacio Taibo II - el papá de la novela policíaca latinoamericana - ELTIEMPO.COM
ELTIEMPO.COM, por Mario Mendoza, 29/10/2010, extracto.-Mario Mendoza habló con el escritor mexicano Paco Ignacio Taibo II.
El literato presentó en Bogotá su más reciente novela, 'El retorno de los Tigres de la Malasia', un homenaje a Sandokán, el personaje de Emilio Salgari.
Paco Ignacio Taibo II es considerado el padre de la novela policíaca latinoamericana, sus biografías del Che Guevara y de Pancho Villa han vendido cientos de miles de ejemplares en el mundo entero, sus libros están traducidos a más de una veintena de idiomas, y es el director de la Semana Negra en España, encuentro anual de los escritores de este género.
(...) Esa sobriedad se nota también en tu estilo. No vienes del neobarroco latinoamericano, sino de la depuración de los escritores de lengua inglesa.
En efecto, mis maestros eran, por un lado, John Dos Passos y Chester Himes, y, curiosamente, por el otro, los poetas españoles de los años 50, Blas de Otero y Gabriel Celaya, que me ponían la sonoridad en la oreja y el gusto por el estilo.
Un estilo que estaba al servicio de lo que quería contar y yo quería contar historias potentes. Cuando te metes en un género como la novela es como si te fueras a la guerra: es de vida o muerte.
La novela es compleja y tiene diversos grados de lectura, revisa la realidad y la cotidianidad, revisa el imaginario colectivo y, sobre todo, tiene una voluntad de transformar al lector, de sugerirle cosas al oído.
La novela policíaca, además, revisa y ausculta todo el establecimiento.
Sí, la novela policíaca latinoamericana llegó para decir que el crimen no es un hombre pobre y miserable robando en la puerta de un supermercado la bolsa de la comida; no, sino un Estado que vincula policías corruptos, abuso del poder, sistemas carcelarios podridos, delincuencia paraestatal y delincuencia de guante blanco. Los peores crímenes en nuestros países son estos, no los otros.
En tus novelas no hay buenos y malos. Cualquier personaje, venga de donde venga, es susceptible de ser investigado.
Sin embargo, me interesa mucho que haya siempre, en algún rincón de la historia, personajes que se resistan moralmente a la degradación. No son personajes que ganan, sino que se resisten, y gracias a esa resistencia se salvan.
Cuando estás escribiendo género policíaco tienes la tentación del realismo; es decir, no se salva nadie y el mal vence y triunfa en nuestra sociedad. Pero también tienes la necesidad de darle oxígeno al lector y a ti mismo.
No puedes caer en el ingenuo final feliz, pero sí necesitas seguir de pie, y es entonces cuando alguno de tus personajes se convierte en la resistencia moral de la histori
Nestor Kirchner | Su legado: reivindicó la militancia política. Por Ricardo Alfonsín - MIRADOR NACIONAL
MIRADOR NACIONAL (de Argentina y Uruguay) , por Ricardo Alfonsín, 29/10/2010, extracto.- Néstor Kirchner asumió la presidencia de la Nación en circunstancias de extrema gravedad. Empuñó el timón con firmeza. Más allá de las diferencias, en muchos casos profundas, que nos distancian de su gestión, no pueden desconocerse algunos de sus logros. Restableció el funcionamiento de la Corte Suprema de Justicia, procuró que la política fuese el instrumento apropiado para articular los conflictos entre intereses económicos y sociales. No se sumó, y cuestionó, la preocupante carrera armamentista que se registra en América latina.
Reivindico en su administración la recuperación de la política de derechos humanos -que se abandonó en la década del 90-, así como el rescate del Estado como factor clave de la economía.
Este es un momento que nos obliga a señalar más las coincidencias que las discrepancias. Pertenecimos ambos al campo del pensamiento nacional, aunque con distintos métodos, banderas y estrategias.
Kirchner fue un hombre público que murió como vivió, sumergido en la lucha política. Tal vez ésta sea la virtud que ningún militante puede dejar de destacar. Sólo la muerte pudo con su fervor militante. En política, uno se auxilia con la militancia o con el marketing. Compartimos con él lo primero. El marketing nunca fue su preocupación.
Reconocemos en él al militante que todos querríamos encontrar en las filas de nuestros partidos políticos. Su estilo de gestión del todo o nada lo llevó a desoír las advertencias médicas sobre su salud y los ruegos permanentes para que amenguase su tremenda actividad. Se fue peleando. Para sus simpatizantes se transformó en un símbolo que les permitirá superar la adversidad y mantener las convicciones que los indujeron a ingresar en la militancia política.
Este es su legado: la reivindicación de la militancia política. Muchos argentinos, oficialistas u opositores, hoy lamentamos su partida. A todos ellos los acompañamos en su pena. Muchos compartimos sus deseos de una Argentina enmarcada en un modelo de progreso con inclusión social.
Obama Says Explosives Were U.S. Bound - NYTimes.com
NYTimes.com, By LIZ ROBBINS and MICHAEL D. SHEAR, Published: October 29, 2010, excerpt/extracto.-President Obama said two packages that contained explosives, sent from Yemen and bound for Chicago, were a “credible terrorist threat against our country.”
Two packages containing explosive devices originating in Yemen and bound for two places of Jewish worship in Chicago set off a global terror alert on Friday. One package was found at a FedEx facility in Dubai, and another was found early Friday morning at an airport in Britain, sparking a day of dramatic precautionary activity in the United States.
Speaking at the White House Friday afternoon, President Obama called the packages a “credible terrorist threat against our country,” and confirmed that they “did apparently contain” explosives. Earlier reports had said that the device found in Britain did not.
The wide-scale alert spread to the United States on Friday morning, when officials isolated two cargo planes at airports in Newark and Philadelphia and searched them for packages originating in Yemen, and New York police searched a delivery truck in Brooklyn. None of the shipments reaching the United States from Yemen were found to contain explosives.
In the afternoon, fighter jets escorted a passenger jet from Dubai to John F. Kennedy Airport because the plane had cargo from Yemen.
“The events of the past 24 hours underscores the necessity of remaining vigilant against terrorism,” Mr. Obama said. “The American people should be confident that we will not waver in our resolve to defeat al Qaeda.”
Mr. Obama said that he learned of the threat Thursday evening from his top national security adviser, John Brennan. Mr. Obama said the government is “taking this threat very seriously” but provided few details about the explosive devices or their origins.
Mr. Obama said that investigators were looking into the possibility of a connection to a Yemen-based, Al Qaeda-affiliated group.
Crecimiento de EE.UU. en el tercer trimestre es el más alto desde 2006 - El Mercurio online
emol, EFE, 29/10/2010 12:09 PM, extracto.- El informe muestra que el gasto de los consumidores, que en EE.UU. representa más de dos tercios del producto interior bruto (PIB), creció a un ritmo del 2,6% entre julio y septiembre, el más rápido desde fin de 2006.
El Departamento de Trabajo indicó que el costo de la mano de obra subió un 0,4% en el tercer trimestre, y aumentó apenas un 1,9% hasta septiembre.
El elevado índice de desempleo - que está en el 9,6%- a pesar de que la economía retornó al crecimiento a mediados de 2009, sigue debilitando la capacidad de los trabajadores para negociar mejores remuneraciones.
El informe sobre el PIB es el primero de los tres cálculos que el gobierno hace acerca del desempeño de la economía, y estuvo dentro de lo esperado por la mayoría de los economistas que vieron una reactivación más firme tras la cifra decepcionante del segundo trimestre.
Obama confirma que había explosivos en dos aviones procedentes de Yemen - CADENASER.com
CADENASER.com, por Javier del Pino, corresponsal en Washington, 29/10/2010, extracto.-El presidente de Estados Unidos, Barak Obama, ha comparecido ante los medios para confirmar que los paquetes encontrados en dos aviones procedentes de Yemen y con destino a Estados Unidos contienen explosivos. Obama ha dicho que sus asesores le advirtieron sobre la amenaza y que ya se han tomado las medidas oportunas.
Estados Unidos está investigando el origen de los dos paquetes y cualquier posible conexión con el terrorismo. "Vamos a poner en marcha todas medidas adicionales de protección para garantizar la seguridad de nuestros ciudadanos. He ordenado no escatimar ningún esfuerzo para investigar el origen de estos paquetes sospechosos y su conexión con cualquier trama terrorista".
Obama ha apuntado que no se descarta que sea obra de Al Qaeda, ya que sigue planeando acciones terroristas contra Estados Unidos.
Cartuchos de impresora
Los paquetes contienen unos cartuchos para impresoras que habían sido modificados para poder contener explosivos, aunque no había material de este tipo ni detonantes. Todos los aviones procedían de Yemen, pero en Inglaterra y en Dubai se ha encontrado explosivo en paquetes similares en aviones de carga, procedentes también de Yemen y que debería haber despegado con destino a Chicago. Los paquetes estaban dirigidos a una sinagoga y un centro judío en esa ciudad.
Entrevista a Ernesto Laclau - sobre Néstor Kirchner - por Matilde Sánchez - Clarín, B.A.
Clarín, 29/10/2010, extracto.-
Antes de Kirchner, era la noche. Yo recuerdo a la Argentina arrodillada”, dijo el presidente venezolano Hugo Chávez al pisar el país para asistir al sepelio de su amigo, el ex presidente argentino. Uno de los intelectuales que pensó los nuevos liderazgos nacionalistas en la región con un enfoque postmarxista, es decir no liberal, es el argentino Ernesto Laclau. Residente en Essex desde hace décadas, él ha sido el teórico de la esfera internacional cercano a Carta Abierta, el grupo de intelectuales en apoyo oficial, y su paso por el Congreso Internacional de Ciencias Políticas, realizado este año en San Juan, lo tuvo como ponente magistral y visitante mimado junto a su esposa, la politóloga de origen belga Chantal Mouffe. Se espera que en enero grabará una programa de conversaciones para la televisión estatal, en el que participará la presidenta Cristina Fernández.
Sin embargo, Laclau niega que su obra sustente el andamiaje conceptual del matrimonio Kirchner, sobre todo su formulación de las democracias radicales, formas híbridas de gobierno en las que el antagonismo y el rol del adversario juegan un papel dinámico. “Eso fue un invento de Joaquín Morales Solá, Mariano Grondona y Beatriz Sarlo”, rechaza. Aunque en la conversación no se privó de ironías sobre este diario, respondió con gentileza y se mostró apenado por la muerte de Néstor Kirchner, con quien sólo se reunió una vez y a quien llamó “un gran tipo”. “Fue él quien puso fin al ciclo menemista y dio un futuro a Argentina. Kirchner cambió el imaginario político del país, en el sentido de que la gente empezó a ver un futuro con un signo radicalmente diferente. Dio la impronta de la época.” ¿Qué diferencias ve usted entre las dos presidencias? Ninguna. Ambas se engarzaron, de hecho.
En el primer año de gobierno de Cristina Fernández, algunos veían al ex presidente como un lastre para que ella hiciera un mandato espectacular tras el cierre exultante de Néstor. Se mencionaba la herencia de Julio De Vido, entre otras.
No sé si eso es verdad, no creo que Néstor la opacara o limitara en modo alguno. Tengo mucha confianza en ella.
¿Y cómo imagina el futuro, en continuidad o ruptura? No conocemos una presidencia de Cristina Fernández sin su esposo.
Tampoco lo sé yo. Pero indudablemente el país se ha remozado con todo lo que pasó a partir de 2003 y seguirá avanzando en esa dirección.
Algunos de los mayores méritos de la gestión de Kirchner fueron corroídos por el paso del tiempo. Pensemos en uno muy propio: reconfiguró el Poder Judicial tras la corruptela menemista pero este año sostuvo una fuerte confrontación con la Corte Suprema.
Sí, no sabemos cómo continuará esa confrontación. Pero convengamos que es en los medios donde está planteado uno de los principales dilemas de poder, me refiero a la política de medios. Ocupa un lugar central en la dinámica argentina actual.
Antes de Kirchner, era la noche. Yo recuerdo a la Argentina arrodillada”, dijo el presidente venezolano Hugo Chávez al pisar el país para asistir al sepelio de su amigo, el ex presidente argentino. Uno de los intelectuales que pensó los nuevos liderazgos nacionalistas en la región con un enfoque postmarxista, es decir no liberal, es el argentino Ernesto Laclau. Residente en Essex desde hace décadas, él ha sido el teórico de la esfera internacional cercano a Carta Abierta, el grupo de intelectuales en apoyo oficial, y su paso por el Congreso Internacional de Ciencias Políticas, realizado este año en San Juan, lo tuvo como ponente magistral y visitante mimado junto a su esposa, la politóloga de origen belga Chantal Mouffe. Se espera que en enero grabará una programa de conversaciones para la televisión estatal, en el que participará la presidenta Cristina Fernández.
Sin embargo, Laclau niega que su obra sustente el andamiaje conceptual del matrimonio Kirchner, sobre todo su formulación de las democracias radicales, formas híbridas de gobierno en las que el antagonismo y el rol del adversario juegan un papel dinámico. “Eso fue un invento de Joaquín Morales Solá, Mariano Grondona y Beatriz Sarlo”, rechaza. Aunque en la conversación no se privó de ironías sobre este diario, respondió con gentileza y se mostró apenado por la muerte de Néstor Kirchner, con quien sólo se reunió una vez y a quien llamó “un gran tipo”. “Fue él quien puso fin al ciclo menemista y dio un futuro a Argentina. Kirchner cambió el imaginario político del país, en el sentido de que la gente empezó a ver un futuro con un signo radicalmente diferente. Dio la impronta de la época.” ¿Qué diferencias ve usted entre las dos presidencias? Ninguna. Ambas se engarzaron, de hecho.
En el primer año de gobierno de Cristina Fernández, algunos veían al ex presidente como un lastre para que ella hiciera un mandato espectacular tras el cierre exultante de Néstor. Se mencionaba la herencia de Julio De Vido, entre otras.
No sé si eso es verdad, no creo que Néstor la opacara o limitara en modo alguno. Tengo mucha confianza en ella.
¿Y cómo imagina el futuro, en continuidad o ruptura? No conocemos una presidencia de Cristina Fernández sin su esposo.
Tampoco lo sé yo. Pero indudablemente el país se ha remozado con todo lo que pasó a partir de 2003 y seguirá avanzando en esa dirección.
Algunos de los mayores méritos de la gestión de Kirchner fueron corroídos por el paso del tiempo. Pensemos en uno muy propio: reconfiguró el Poder Judicial tras la corruptela menemista pero este año sostuvo una fuerte confrontación con la Corte Suprema.
Sí, no sabemos cómo continuará esa confrontación. Pero convengamos que es en los medios donde está planteado uno de los principales dilemas de poder, me refiero a la política de medios. Ocupa un lugar central en la dinámica argentina actual.
Buenos Aires - Emotivos momentos finales del velorio de Kirchner a la espera del traslado - lanacion.com
lanacion.com, 29/10/2010 02:51 actualizado a las 10:21 , extracto.-
El continuo desfile personas que se acercaron desde ayer a la Casa Rosada para despedir al fallecido ex presidente Néstor Kirchner se acerca a su final.
Poco antes de las 10, la presidenta Cristina Kirchner y sus hijos Máximo y Florencia, regresaron a la capilla ardiente montada en el Salón de los Patriotas de la Casa de Gobierno, en la que permaneció ayer durante casi 12 horas, para la última parte del velorio.
Aunque miles de personas aún aguardan para poder entrar, está previsto que las puertas de Balcarce 50 se cierren cerca del mediodía para el inicio del cortejo que irá desde Plaza de Mayo hasta Aeroparque. Desde allí, el cuerpo de Néstor Kirchner será trasladado a Santa Cruz, donde será enterrado. La espera en la calle ocurre bajo una intensa lluvia.
El continuo desfile personas que se acercaron desde ayer a la Casa Rosada para despedir al fallecido ex presidente Néstor Kirchner se acerca a su final.
Poco antes de las 10, la presidenta Cristina Kirchner y sus hijos Máximo y Florencia, regresaron a la capilla ardiente montada en el Salón de los Patriotas de la Casa de Gobierno, en la que permaneció ayer durante casi 12 horas, para la última parte del velorio.
Aunque miles de personas aún aguardan para poder entrar, está previsto que las puertas de Balcarce 50 se cierren cerca del mediodía para el inicio del cortejo que irá desde Plaza de Mayo hasta Aeroparque. Desde allí, el cuerpo de Néstor Kirchner será trasladado a Santa Cruz, donde será enterrado. La espera en la calle ocurre bajo una intensa lluvia.
Santos viajó a velatorio de Néstor Kirchner - ELTIEMPO.COM

ELTIEMPO.COM, AFP, 28/10/2010 04:27 PM, extracto.-
El mandatario destacó la labor del secretario de la Unasur en el restablecimiento de relaciones.
El presidente Juan Manuel Santos calificó este jueves de 'muy importante' el papel del fallecido secretario general de la Unasur, Néstor Kirchner, en la reanudación de las relaciones bilaterales de Colombia con Venezuela.
Kirchner, ex presidente argentino (2003-2007) 'fue un hombre muy importante en el restablecimiento de las relaciones con Venezuela. Fue la única persona invitada al encuentro con (el presidente de Venezuela, Hugo) Chávez en agosto', dijo Santos al llegar a Buenos Aires para asistir a su velatorio.
Santos recordó de ese modo la mediación que realizó Kirchner como secretario general de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) entre Venezuela y Colombia.
Buenos Aires: Correa, Morales, Mujica, Santos, Lugo, Piñera, Chávez y Lula le dieron su pésame a la Presidente - Infobae.com

Infobae.com , 29/10/2010.-
Los ocho mandatarios dieron el último adiós a Néstor Kirchner, acompañados por la Jefe de Estado. Hubo dolor, llanto y recuerdos del ex presidente. Hoy llega Felipe González.
El presidente de Bolivia, Evo Morales, fue el primer en ingresar a las 12:26 a la capilla ardiente, instalada en la Casa Rosada, donde velan los restos del ex mandatario Néstor Kirchner. Emocionado, saludó a la presidente Cristina Kirchner.
Posteriormente, ingresaron a la capilla ardiente los mandatarios de Ecuador, Rafael Correa, de Chile, Sebastián Piñera, de Uruguay, José Pepe Mujica, de Colombia, Juan Manuel Santos, de Paraguay, Fernando Lugo, de Venezuela, Hugo Chávez y de Brasil, Lula Da Silva.
Al momento de saludarse, la Jefe de Estado y Chávez se fundieron en un emotivo abrazo. Al presidente venezolano se lo podía ver visiblemente afectado por el fallecimiento del ex presidente.
Rafael Correa destacó que Kirchner era 'un querido amigo personal'. 'Estamos tremendamente tristes', explicó, al tiempo que agregó: 'La mejor memoria que podemos hacer, el mejor regalo, la mejor conmemoración a todo lo que hizo es seguir luchando, en la senda de sus ideales, construyendo esa patria grande'.
'En donde quieras que estés, te ratificamos nuestro compromiso, y a nuestra entreñable compañera la queridísima Cristina, presidenta de argentina, toda nuestra solidaridad', concluyó.
Sebastián Piñera, por su parte, dijo que sintió a Cristina 'muy fuerte pero muy olpeada' pero 'no en la politica, sino en lo personal'. 'Hicieron un proyecto de vida y ahora va a tener que seguir luchando sola', aseguró.
A su vez, recordó sonriente que 'la última vez que almorcé con Néstor, en (el Palacio de) la Moneda, solo queriamos ver un partido de fútbol'. 'Siento que es una gran pérdida, sin duda', dijo.
Evo Morales aseguró que 'Sudamerica quedó huerfana' ante la muerte del ex mandatario. 'El mejor homenaje es seguir luchando, como hizo Néstor', explicó y envió 'mucha fuerza al pueblo argentino, a Cristina y a todos'. 'A mis hermanos y hermanas que viven en Buenos Aires, en la patria grande, nunca podemos olvidar lo que hizo Néstor por nosotros', resaltó.
José Mujica señaló que 'vinieron de todos los partidos de Uruguay, a pesar de las diferencias, a decir humiladamente, al pueblo argentino que a veces en la bonanza a veces andamos solos, pero en el dolor andamos juntos'.
'Todo pasión, todo compromiso', dijo el mandatario en referencia a la personalidad de Kirchner y señaló que 'tenemos una pérdida común, pero espero que la sabiduría infinita del pueblo argentino lo supla'
Por último, el mandatario uruguayo resaltó: 'Hay miles de orientales que viven acá y no se sienten extranjeros, es el único lugar del mundo donde los uruguayos pueden recalar y es como si estuvieran en su tierra, por eso, gracias Argentina'.
La ex presidente de Chile, Michelle Bachelet, también manifestó su solidaridad con la Jefe de Estado, a pesar de no poder viajar al país. 'Es una pérdida irreparable, pero Cristina es una presidente fuerte, con carácter, sabe lo que quiere, por lo que logrará como toda líder, con el apoyo de su gobierno y del pueblo, salir adelante'
El arribo de los presidentes de la región
El mandatario uruguayo, José “Pepe' Mujica arribó al aeroparque Jorge Newbery pasadas las 11 de la mañana y previo a dirigirse hacia la Casa Rosada brindó unas palabras a la prensa. “Todos lo uruguayos somos solidarios con la sociedad argentina”.
“Más allá de cualquier matiz y cualquier opinión, si es cierto que el río nos separa, también es cierto que el río nos une”, dijo Mujica
Los presidentes de Ecuador y Bolivia fueron los dos primeros mandatarios en arribar al Aeroparque metropolitano y coincidieron en que la muerte del 'amigo, compañero, hermano' Néstor Kirchner es 'insustituible'.
Morales aseguró que 'la pérdida es un dolor, para mí personal, para el pueblo boliviano, para el pueblo argentino y para el pueblo latinoamericano' y recordó que 'Kirchner ha sido muy importante cuando comencé como presidente'.
Lo recordó como un hombre que 'lucho por la soberanía de la Argentina y de Latinoamérica' y afirmó que la partida del ex presidente argentino 'nos deja huérfanos'.
Por su parte, tras el arribo al país, el presidente de Ecuador, Rafael Correa, afirmó: 'Se ha ido un gran patriota, un inmenso latinoamericano y un queridísimo amigo'.
El ecuatoriano dijo que el mejor homenaje para recodar a Néstor Kirchner es 'ratificar nuestro compromiso de construir esa patria grande, esa América unida, por la que tanto soñó y lucho'.
Otro de los que arribó al país fue el presidente de Chile, Sebastián Piñera. 'Hemos venido a expresarle a la presidente Cristina Fernández de Kirchner nuestra más profunda solidaridad y nuestra más sentida condolencia por la pérdida de un hombre como Néstor Kirchner, que tuvo a lo largo de su vida grandes responsabilidades', fueron las primeras palabras del mandatario trasandino.
'Lo más importante es reconocer una vida entera dedicada al servicio público. Es una pérdida no sólo para la Argentina sino para toda América', agregó, antes de concluir con una expresión de deseo: 'Ojalá que (la Presidente) encuentre la fuerza para seguir liderando los destinos de la República Argentina'.
Juan Manuel Santos, de Colombia, llegó a las 15:50 al país para asistir a la ceremonia de despedida del ex presidente de la Nación. Al brindar unas breves palabras, recordó su buena relación con Kirchner, como secretario general de la Unasur, y destacó que era 'una persona muy humana' que llevaba adelante 'una labor muy constructiva'.
Hugo Chávez, que llegó al país poco después de las 18, dijo emocionado: 'Ha muerto un justo, ha muerto un valiente, llorarlo sería poco, sigamos su ejemplo, y hagamos realidad el ejemplo de esta gran patria'. '¡Que viva Kirchner!', finalizó con un grito.
También llegó Fernado Lugo, mandatario de Paraguay, a las 19:30. 'He venido a rendir este justo homenaje', dijo al llegar y dijo que hacía llegar 'mi abrazo solidario, mis sentidas condolencias' al pueblo argentino y a Cristina Kirchner.
El mandatario brasileño, Lula Da Silva adelantó su viaje y arribó al Aeroparque Metropolitano a las 20:50, para participar de las exequias al ex presidente Néstor Kirchner.
jueves 28 de octubre de 2010
Lula cree que Kirchner ayudó a superar barreras entre Argentina y Brasil - ABC.es
ABC.es , Buenos Aires, EFE, 29/10/2010 04:00 AM.-El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, consideró hoy en Buenos Aires que el fallecido ex mandatario argentino Néstor Kirchner ayudó a superar 'muchas barreras' bilaterales, instantes antes de partir de regreso a su país.
'Descubrimos que Argentina y Brasil no eran adversarias, a no ser en fútbol, pero en política y economía íbamos juntos y vimos que teníamos un papel fundamental en la integración' de la región, dijo Lula en el Aeroparque de Buenos Aires, instantes antes de regresar a su país, tras acudir al funeral de Kirchner.
El brasileño opinó que el legado 'más importante' del ex presidente argentino fue 'recuperar la autoestima del pueblo argentino' durante su mandato, entre 2003 y 2007.
'Me voy triste porque se fue Kirchner. Pero me voy feliz porque el pueblo argentino da mucho apoyo a (la presidenta) Cristina (Fernández). Argentina continuará brillando en un camino de recuperación', señaló Lula.
El mandatario definió a Kirchner como alguien que, 'más que un presidente', era 'un compañero que ayudó a construir una América Latina en la que no estemos solos'.
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